<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122</id><updated>2011-10-27T06:12:26.048-07:00</updated><title type='text'>Repertório: infâmia e afins.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>32</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-8451406325567580538</id><published>2011-03-29T07:35:00.000-07:00</published><updated>2011-03-29T08:04:22.103-07:00</updated><title type='text'>Choro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Era um cara sem ambição esse Diogo. Fazia tudo o que lhe pediam de graça, pelo bel-prazer da boa ação. Sua recompensa era essa: ser querido por tudo e todos. Tudo sim, porque até suas canetas e outros instrumentos de trabalho o adoravam! Era o rei da cocada preta na repartição na qual dava seu expediente e fazia suas "horas-extra de caridade" todos os dias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, Diogo era, na verdade, egoísta. O era porque quem mais recebia o acalento de sua caridade era ele mesmo. Não tinha ideia disso, claro. Mas vejamos: essa uma hora por dia que ele dedicava a transformar em poemas as histórias que as pessoas, sofridamente, lhe contavam, era a melhor dentre as outras 23, era aquela que lhe fazia sentir algo que não a angústia interminável de seus pêlos pubianos prendendo no elástico da cueca.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É... ele havia chegado ao tal estágio da existência, onde não há nada mais que aconteça que não uma bizarra agonia em algum lugar do corpo (no seu caso, entre as pernas, e não dentro da cabeça ou no coração, como a maioria dos solitários de meia-idade). Eram os poemas ou nada. Nem família tinha. Que venham os poemas, então! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Péssimos, diga-se de passagem. Uma vez uma senhora lhe contou que seu marido tinha morrido há dez anos e que ela, desde então, não conseguia voltar a ter uma vida boa. Só tomava conta das netas, enquanto a filha trabalhava, e costurava, também para as netas, ropinhas de boneca. Diogo, prontamente, quis transformar a melancólica história em um fabuloso poema:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Solidão&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Seus peitos caídos como jacas maduras&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Vivem a clamar, já não tão alto&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Pelas mãos murchas e seguras&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;De seu homem que descansa sob o asfalto&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Diogo Malaquias&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No dia em que Diogo morreu, foi um chorôrô só. Viúvas, casadas, solteiras, traídas, maltratadas, todas, juntas, no velório, recitavam, a uma só voz (e diferentes frases), os poemas que elas inspiraram e que ele lhes escreveu. Mas uma, lá no fundo da capelinha do cemitério, se destacava. Uma linda menininha ruiva, que estava acompanhada da mãe, chorava baixinho, como quem reza: "dorme bem, seu Diogo, que eu prometo guardar o poema que você fez pra mamãe". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se inspirou choro é porque não era assim de todo ruim.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-8451406325567580538?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/8451406325567580538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=8451406325567580538' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/8451406325567580538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/8451406325567580538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2011/03/choro.html' title='Choro'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-8945235226786952539</id><published>2011-01-26T06:43:00.000-08:00</published><updated>2011-01-26T07:01:45.602-08:00</updated><title type='text'>You are the only exception.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abro os olhos. Estou só. Tomo café com meu pai. Estou só. Fecho a porta, encontro um vizinho e pego o elevador. Estou só. Ando duas quadras com pessoas esbarrando em mim a cada três passos. Estou só. Adentro o auditório da faculdade e espero pela palestra sentado junto a meus colegas de turma. Estou só. Ouço, bem próximo, durante o almoço, o burburinho das fofocas sobre a última festa. Estou só. Alguém na mesa me pede para passar o sal e, ainda que da existência desse contato direto, continuo só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só percebo a beleza do abandono da solidão quando vejo seu rosto sorrindo de dentro do carro, quando vem me buscar para nossos encontros-surpresa. E a partir daí nada mais importa. Não me importam as conversas vazias e sem sentido. Não me importam os dias que findam sem serem vividos. Não me importam os milhares de "bons-dias" que dei ao porteiro para receber um "de nada" em retorno. Não me importam as noites passadas em claro, já que não contava nem com a companhia do sono. Não me importam as lembranças de uma solidão infligida por tudo e por todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me importa é que a única exceção me sorri, abre os braços e me recebe com um beijo, seguido de um abraço, para matar qualquer saudade. Solidão? Não. Com você.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-8945235226786952539?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/8945235226786952539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=8945235226786952539' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/8945235226786952539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/8945235226786952539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2011/01/you-are-only-exception.html' title='You are the only exception.'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-1555874295535060687</id><published>2010-05-15T19:52:00.000-07:00</published><updated>2010-05-15T20:23:57.903-07:00</updated><title type='text'>Cinema, cigarros e chá de hortelã</title><content type='html'>Me irrita ser obrigada a enfrentar as centenas de frequentadores do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;shopping center&lt;/span&gt; sempre que preciso ir ao cinema. Sim, filmes são parte da minha terapia. Preciso deles, assim como dos cigarros, para continuar existindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre chego muito adiantada para as sessões. Sento-me a um banco e tomo por passatempo observar a variedade dos calçados dos passantes. Se bem me lembro, foram apenas duas as vezes que vi pessoas diferentes com o mesmo modelo de sapatos. Curioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora esse meu estudo de caso acerca daquilo que envolve nossas solas, aprecio o desafio das palavras cruzadas. Diretas, Coquetel, Difícil. Se não ficasse tão preocupada em chegar na hora das sessões, poderia empregar todo o tempo que me resta nesse mundo das cruzadinhas. Instigante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me acomodo na poltrona. Apagam as luzes. Deixam acesas apenas aquelas luzinhas de merda, aquelas que são pregadas ao chão. Como se as pobres filhas da mãe pudessem impedir meus pés de tropeçarem. Inútil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propaganda. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Trailers&lt;/span&gt;. Filme. Eu eliminaria, de bom grado, as duas primeiras etapas. Publicitários fazem seu trabalho porcamente e eu não gosto de receber &lt;span style="font-style: italic;"&gt;spoilers&lt;/span&gt; de filmes. Bobajada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não preciso olhar nem apurar meus ouvidos para saber que há pelo menos uma quinzena de casais dando uns amassos ao meu redor. Ingresso promocional tem dessas coisas. Seria bom se houvessem promoções realmente dignas nos motéis, ao contrário daquela conversa fiada de "jantar grátis". Enrolação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme começa e prego meus olhos na tela. É chato descolá-los por segundos quando alguém passa para ir ao banheiro. Gostaria que pessoas incovenientes fossem obrigadas a usar sondas para dejetos. Sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É hora do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;cast &lt;/span&gt;e quase todos se levantam ao desabrochar da primeira sombra de nomes próprios na tela. A relação homem-trabalho é mesmo deturpada. Difícil alguém capaz de prestigiar o trabalho do outro, ainda que seja malfeito. Ignorância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paro num café perto de casa e tomo um chá de hortelã. Reviso o jornal e faço minha escolha cinematográfica para o dia seguinte. Paz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-1555874295535060687?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/1555874295535060687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=1555874295535060687' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/1555874295535060687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/1555874295535060687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2010/05/cinema-cigarros-e-cha-de-hortela.html' title='Cinema, cigarros e chá de hortelã'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-7991444689022780996</id><published>2010-03-27T07:42:00.000-07:00</published><updated>2010-03-27T08:25:13.869-07:00</updated><title type='text'>Saudades do céu azul...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Linhas luminosas riscavam o céu sem parar. Zeus, por certo, estava no ápice de sua fúria. Será que ele não entendia que Clarice era, além de mim, quem merecia aquela tempestade? Por que aborrecer os outros habitantes da cidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou com o tal "amor à primeira vista". Para os familiarizados com o assunto, trata-se da velha e boa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;paixão&lt;/span&gt;. Irresistível, avassaladora, visceral. Eu, um reles mortal, nem um pouco habituado a explosões sentimentais, fui pego de surpresa. Um gato interceptado por mãos ágeis no meio do pulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia inicial era ter um casinho à toa. Eu não tinha intenção alguma de desmembrar meu aconchegante e confortável lar. Tinha uma esposa prendada, silenciosa e pudica... um doce de pessoa. Mas era um doce embrulhado e inacessível, como os ovos de Páscoa durante a quaresma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia algum tempo que nosso casamento andava "morno". Algum tempo, leia-se, desde que começou. Mas como namorávamos desde o ginásio, as famílias se adoravam e, à época, não tínhamos ninguém melhor em vista, casamos. "Juntamos os trapinhos", como dizem. E nunca pudemos oferecer um ao outro nada além de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;trapos&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tivemos a audácia de ter filhos. Isso só tornaria nossa convivência ainda mais medíocre, com todos aqueles problemas de boletins e os vômitos e constipações tão típicos das crianças. Por tudo isso, minha culpa em dormir, ao menos três vezes por semana, com Clarice era ínfima. Ela era fantástica, afinal! E ainda tinha o frescor dos vinte e poucos anos... uma recém-chegada à vida adulta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mal nos conhecemos e já era como se Clarice fosse necessária ao funcionamento da parte inútil da minha vida, como se o fato d'ela não estar inserida em algo tirasse o propósito da tal coisa. E sendo impossível injetá-la em tudo ao meu redor, eu tomava overdoses dela, para ser capaz de aguentar todo o resto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo, eu podia sentir a reciprocidade. Ela também adorava nossos encontros. Era carinhosa, atenciosa e muito, muito &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sexy&lt;/span&gt;. Quando me olhava por cima do ombro, mordendo o lábio, eu estava, instantaneamente, pronto para o ataque! Virávamos as noites realizando nossas fantasias e, na maior parte das vezes, eu acariciava seus cabelos negros até que adormecesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que saudade! Saudade de quando ela me amava, me queria, me respeitava. Saudade de quando fizemos nossas juras de amor e de quando prometemos que nada mudaria, nunca. Saudade de quando eu voltava para casa pela manhã, dava um beijo em minha mulher e recebia uma mensagem de Clarice no celular, reafirmando o quanto adorara a noite. Saudade de quando ainda havia uma mulher a me esperar em casa e outra a me mandar mensagens. Saudade dos dias que Clarice manteve sua promessa de não contar nada a ninguém, muito menos à sua chefe, minha mulher.&lt;br /&gt;Saudades...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-7991444689022780996?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/7991444689022780996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=7991444689022780996' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/7991444689022780996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/7991444689022780996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2010/03/saudades-do-ceu-azul.html' title='Saudades do céu azul...'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-546903056256056808</id><published>2009-12-08T09:07:00.000-08:00</published><updated>2009-12-08T09:30:28.140-08:00</updated><title type='text'>I know that you don't want me right</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O quarto girava a cada novo passo. À medida que eu caminhava, sentia uma espécie de formigamento na sola dos pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu havia me doado, quase que incondicionalmente. Mas nesse caso, a dor não era a de uma mãe que descobre que o filho está no caminho errado. Era algo mais para o surreal, indefinido e imaterial. E, apesar de a sensação não ser paupável, era imensamente pesada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A culpa pode ter sido minha. De fato, enganei a mim mesma. Mas não havia o que ser feito. Me envolvi com Benny e ele se envolveu comigo. Só não sabia que já existia um envolvimento anterior a mim, no qual repousavam três belas crianças, casa na praia e um cachorro. A esposa era só a cereja do bolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei em cogitar que se separasse, que ficasse comigo. No entanto, percebi, um pouco tarde, é verdade, que eu era o elo solto da história. Eu era quem deveria sumir, era de quem ele deveria se divorciar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim o fiz. Pedi que não me procurasse mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha bela criança só seria mais um fio fora da meada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-546903056256056808?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/546903056256056808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=546903056256056808' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/546903056256056808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/546903056256056808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/12/i-know-that-you-dont-want-me-right.html' title='I know that you don&apos;t want me right'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-7104575959076470283</id><published>2009-11-22T05:34:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T06:12:44.528-08:00</updated><title type='text'>Cap. I - Um sopro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Andava a esmo por vielas escuras. Vez por outra, a lua dava o ar de sua graça, deixando o caminho à meia-luz. Me dei conta de que havia percorrido mais que as 20 mil léguas submarinas. No meu rosto, cintilavam gotas orvalhadas de suor frio.&lt;br /&gt;Havia eu morrido?&lt;br /&gt;As sensações mórbidas eram mais intensas. Tristeza, rancor, melancolia, desamparo, depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu via a noite. Ela, com certeza, também me via. Mas estava ela, de fato, ali? Poderia muito bem ser tudo, tudo fruto de meus próprios devaneios. Preso em mim mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avistei um pequeno café, cujas paredes eram tão sujas que pareciam ter sido mesmo pintadas na cor cinza.&lt;br /&gt;Pedi um conhaque. Incrivelmente, me desceu como gelo.&lt;br /&gt;Sacudi uma nota alta na mesa minúscula e saí, sem esperar pelo troco. A garçonete era simplesmente imunda, tanto quanto requeria o lugar, e eu não teria coragem de tocar-lhe a mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já estava com ambos os pés na cabeça da ponte quando acreditei ter feito mal. Se estava morto, em que a imundície da miséria me afetaria? Já não poderia ficar de cama, doente de nojo.&lt;br /&gt;Quantas bobagens mundanas somos capazes de carregar! Esse sim é um fardo pesado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomei o caminho de volta na mesma passada. Deveria buscar meu troco, como qualquer outro freguês. Não sabia se ela me reconheceria, apesar de minha retirada ter se dado tão recentemente.&lt;br /&gt;Abri a porta num ímpeto, fazendo o sininho disparar. Era o anúncio da chegada de mais um cliente.&lt;br /&gt;Não a avistei de pronto. Deveria estar, por certo, lavando alguma xícara numa bacia de água engordurada.&lt;br /&gt;Sentei-me ao balcão, de modo que seria visto rapidamente por quem quer que deixasse a cozinha. Como demorasse a aparecer, resolvi perguntar ao dono daquela pocilga onde estava ela. "Já largou", ele disse. "Sabe onde ela mora?", perguntei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Danei-me pelas ruas mais baixas da periferia. Haveria de encontrá-la.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-7104575959076470283?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/7104575959076470283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=7104575959076470283' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/7104575959076470283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/7104575959076470283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/11/cap-i-um-sopro.html' title='Cap. I - Um sopro'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-8934539261513830477</id><published>2009-09-29T14:02:00.000-07:00</published><updated>2009-09-29T14:08:53.445-07:00</updated><title type='text'>Expatriado</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Encerrei-me. Este é o sentimento. Lacrei as cancelas de meu ser e, no íntimo, me fechei para o mundo "real". Havia já algum tempo que não me parecia sólida a ideia da conversação. Falar de quê, para quê e, principalmente, com quem?&lt;br /&gt;Tive de me acostumar ao fato de não ser mais necessário, de minha existência ter sido reduzida ao pó. Quem quer que insista que digo sandices é louco.&lt;br /&gt;Perdi o poder de sentir a brisa leve das montanhas em meu rosto. Já não enxergo o azul do céu nem percebo o olhar melancólico e preocupado de meu cão. Pobre Eddie. Como estará sem meus afagos e sem nossos passeios intermináveis pelo parque?&lt;br /&gt;Não sei onde meus pés me levam. Não vejo, não sinto, não ouço, não falo. Só escrevo. Escrevo cartas, das mais diversas. Talvez seja um prazer comum aos expatriados. Pena que do lugar donde parti não há escapatória...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível fugir de si mesmo?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-8934539261513830477?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/8934539261513830477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=8934539261513830477' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/8934539261513830477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/8934539261513830477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/09/expatriado.html' title='Expatriado'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-6736645001305516194</id><published>2009-09-26T19:57:00.000-07:00</published><updated>2009-09-26T20:17:12.074-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O dia já estava estranho. Faltou água, o computador não ligava, o telefone não tocava. O máximo que ela tinha era o convite de sair com a tia. E isso não parecia suficiente, ou melhor, não era.&lt;br /&gt;Ela queria mais. Mais da vida, mais do amor, mais do dia. Mais e mais. Talvez, simplesmente, sentir um pouco de vida. Pouco mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A vida é tão rara", ouviu Lenine declarar. Estava certíssimo. E a depressão, de volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lágrimas, traiçoeiras e redondas, caíam em fila indiana, ininterruptamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E entre músicas apropriadas para o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;gran&lt;/span&gt; momento, um amigo com quem não falava há tempos reaparece, e traz consigo que "nações são prisões. O mundo é de todos". E a vida também. Brindemos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tin tin.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-6736645001305516194?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/6736645001305516194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=6736645001305516194' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/6736645001305516194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/6736645001305516194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/09/o-dia-ja-estava-estranho.html' title=''/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-7085327050430879708</id><published>2009-08-30T16:47:00.000-07:00</published><updated>2009-08-30T17:21:36.542-07:00</updated><title type='text'>Pacto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É doloroso cortar o dedo com uma faca, daquelas super amoladas. Mais doloroso ainda  quando se é um&lt;span style="font-style: italic;"&gt; chef&lt;/span&gt;. Parece que tudo aconteceu como fruto da incompetência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sangue espirra. Vem quente, caudaloso, correndo corte abaixo como um rio corre em seu leito. Um lapso humano  ou mero capricho da natureza? Difícil dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele estava ao meu lado. Acodiu rapidamente, com um pano limpo nas mãos. Mãos firmes, seguras. Percebi, então, que eu estava mais para uma ajudante atrapalhada de cozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A profundidade do estrago era inegável. Não estancava nem por um quindim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então outro jorro. Novo corte, nova pulsação, outro coração. Um corte sobre o outro, sobrepondo defeitos com virtudes, enlaçando o que eram dois corações num só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pactos de amor são sagrados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-7085327050430879708?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/7085327050430879708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=7085327050430879708' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/7085327050430879708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/7085327050430879708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/08/pacto.html' title='Pacto'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-6678420219404178559</id><published>2009-08-21T04:17:00.000-07:00</published><updated>2009-08-21T04:19:29.906-07:00</updated><title type='text'>Oh, baby! I was born with a fast fuse...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Tião nasceu!”, comemorou seu pai naquela manhã modorrenta. Talvez por ter se tratado de uma 'matina' desta natureza, ninguém se deu ao trabalho de desconfiar do excesso de cor que invadia suas bochechas gorduchas.&lt;br /&gt;É bem verdade que, enquanto recém-nascido, Tião foi até comum: desdentado, enrugado e de olhar sonhador (olhinhos muito bem cerrados).&lt;br /&gt;Mas não fosse o afã do nascimento, haveriam de ter notado. Qual infante sorri com prazer para o doutor ao receber palmadinhas no bumbum?&lt;br /&gt;Tião.&lt;br /&gt;Começou a criar consciência real de si aos três anos de idade. Descobriu que detestava o nome Sebastião e ordenou que o tratassem pelo apelido que inventara. Tião era mais rápido (abominava a lerdeza). Além de tudo, era chamosinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora uma criança habilidosa com trabalhos manuais. Dono de uma coordenação motora invejada até por Michelângelo, Tião “pintava o sete”. Literalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu no dia 7/7/1974 e pintou seu primeiro 'sete' aos 7 anos: “reorganizou” as partes do corpo de seu gatinho Neneco, para que formassem o número da perfeição.&lt;br /&gt;Por conta da incompreensão de seus pais, que nada entendiam de arte, achou por bem esperar até seu 14° Carnaval para, uma vez mais, mostrar seus dons artísticos. Mais um 'sete'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi aos 21, no entanto, que Tião deslanchou como um exímio sushiman. Que talento! Não fosse o aborrecimento de ter aquele cheiro impregnado em suas mãos, talvez tivesse continuado com os peixes...mas, todos sabem, a vida é uma aventura!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí surgiram mais cinco 'setes', nos quais jaziam cinco coleguinhas inoportunos dos tempos de colégio. Entre eles, Tião.&lt;br /&gt;Que graça tem ser um artista quando eu mesmo não sei dizer o quão boa minha arte é?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-6678420219404178559?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/6678420219404178559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=6678420219404178559' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/6678420219404178559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/6678420219404178559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/08/oh-baby-i-was-born-with-fast-fuse.html' title='Oh, baby! I was born with a fast fuse...'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-5844220274605315338</id><published>2009-08-09T17:30:00.000-07:00</published><updated>2009-08-09T18:25:16.872-07:00</updated><title type='text'>Que gosto tem a loucura?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas que flor de formosura, meu Deus! Uma verdadeira beldade, um oásis nas areias escaldantes dos desertos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Só de lembrar tenho tremeliques. Ela me levou à loucura!&lt;br /&gt;Ah! O cheiro de seus cabelos...era de tornar inodoro qualquer outro ser ou substância!&lt;br /&gt;E o sorriso...bem, o sorriso era, de fato, um estonteamento à parte. Alvo como sua pele, mas tão brilhante quanto os castanhos (quase negros) fios que pendiam do alto de sua cabeça.&lt;br /&gt;Se posso me dar ao luxo de representar os efeitos causados por tal combinação em uma só palavra, esta seria &lt;span style="font-style: italic;"&gt;loucura&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como é doce o sabor de uma loucura de amor! Quem dera ter o poder de voz de um imperador...assim, decretaria o fim da Era dos Desgostos. Tudo docinho, docinho, como minha açucarada &lt;span style="font-style: italic;"&gt;lady&lt;/span&gt;. "Chega de amargores! Vamos brindar aos cabelos de chocolate, aos dentes de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;marshmallow&lt;/span&gt; e, claro, aos corpos de doce-deleite", diria eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor é saboroso. É bem verdade que muitos não têm o paladar aguçado, e por isso deixam passar, desapercebidas, deliciosas nuances gastronômicas. Hão de treinar suas papilas gustativas. Depois disto feito, voltamos a conversar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jack, o chef.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-5844220274605315338?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/5844220274605315338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=5844220274605315338' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/5844220274605315338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/5844220274605315338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/08/que-gosto-tem-loucura.html' title='Que gosto tem a loucura?'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-1849508728703532438</id><published>2009-07-25T18:51:00.000-07:00</published><updated>2009-07-25T18:51:46.525-07:00</updated><title type='text'>Because I want you, too.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sophia era só lágrimas. De fato, era improvável compreender o que havia se passado entre mim e minha paixão. Eu, pelo menos, por mais que quisesse, não sabia como explicar-lhe. E mesmo se soubesse, ela não entenderia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma coisa de momento. Um momento que jamais passou, que não acabou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu amava Sophia, disso estava certo, não havia discussão. Todavia, quem disse que o amor é suficiente? Pode crer que o nariz começará a crescer por esses dias...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria, sim, que amor e paixão  seguissem sempre de braços dados, como pai e filha, quando da caminhada ao altar.&lt;br /&gt;Pena. Não é assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha amada não perdoaria a paixão súbita que assolou meu ser por completo. Evidente que não. O que ela afirma sentir por mim é o conjunto da obra, amor + paixão, unidos num mesmo invólucro. Como argumentar diante disso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim, terminarei sozinho, sem nem, ao menos, poder dizer que será assim como vim ao mundo. Minha paixão derreteu-se de ardor por meu irmão, gêmeo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se pode mesmo ser feliz. Isso não existe. O que existe são momentos de prazer, de plenitude. Mas já não exijo tal da vida. Derramei ralo abaixo o que ela me deu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-1849508728703532438?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/1849508728703532438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=1849508728703532438' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/1849508728703532438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/1849508728703532438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/07/because-i-want-you-too.html' title='Because I want you, too.'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-8192619711854510929</id><published>2009-07-22T06:28:00.000-07:00</published><updated>2009-07-22T17:32:08.080-07:00</updated><title type='text'>Cansaço</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se fosse por um motivo vão, talvez estivesse mais contente, quiçá feliz e saltitante, em escrever/digitar essas linhas. Todavia, minhas razões geralmente são consistentes e vívidas. Aliás, mais do que seria desejável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida alguma, não me farei entender. Afinal, de que importa o entendimento do incompreensível? Pois é disso que se trata o meu campo (pensante) de ação atual: aquilo que as sinapses não processam; aquilo que vão passando umas às outras apenas porque o estímulo é irresistível, e não porque acreditam que a mensagem merece chegar ao seu destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mensagem. Quão infinito pode ser seu significado! Nem ousaria mencionar alguns, para não ficar em falta com outros tantos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que dizer do recebimento de uma mensagem que não se compreende? Que a providência divina está por trás de tudo? Puft. Mais fácil atingir o ponto de cozimento da canjica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, cansei. Vou-me embora pra Pasárgada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-8192619711854510929?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/8192619711854510929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=8192619711854510929' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/8192619711854510929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/8192619711854510929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/07/cansaco.html' title='Cansaço'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-1402551578917068036</id><published>2009-07-03T17:55:00.000-07:00</published><updated>2009-07-03T18:51:13.304-07:00</updated><title type='text'>New fairytale: lovestory.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fantástica a menção que muitos fazem ao amor. Fato é que a maioria esmagadora da humanidade desconhece o que seja. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Atualmente&lt;/span&gt;, essa maioria me &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;inclue&lt;/span&gt;. Não sei dizer ao certo quando começaram minhas reflexões a respeito, mas este dado deve estar arquivado em algum lugar ermo do meu cérebro. A verdade é que não existe uma verdade. Especialmente tratando de temas controversos. Ao menos descobri algo além do óbvio com aquela ligação fora de hora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A moça tinha uma voz esganiçada e, embora uma sucessão de cortes estivesse atormentando aquele telefonema, percebi que não era voz de choro ou desespero. Se era algo, era escárnio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela desdenhava de mim. Da minha credulidade. Da minha ingenuidade. Admito: se estivesse em seu lugar, também me consideraria risível. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanta bobagem ainda se é capaz de fantasiar aos cinquenta anos! Eu havia mesmo acreditado que vivia uma &lt;i&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;lovestory&lt;/span&gt;. &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;Insisti em lutar contra a maré de experiências vividas e contra a avalanche de rugas adquiridas, só pelo prazer fictício que fora trazido pelos ventos do desejo.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, ele tinha a leveza da juventude! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu quis relembrar essa leveza tão desesperadamente, que cedi. Me entreguei aos seus encantos...como é sutil o riso de um jovem! É natural, sublime! Aquilo, para mim, era um tipo de redenção. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como poderia eu resistir à redenção?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas tudo era mentira. Farsa. Ilusão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de me ter feito sentir patética, e apesar de seu tom desdenhoso, devo admitir que a mocinha me fez um favor: me arrancou daquele &lt;i&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;fairytale&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;brilhante, para, enfim, me jogar na realidade &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;escrota&lt;/span&gt; que são os relacionamentos "amorosos" "humanos". &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-1402551578917068036?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/1402551578917068036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=1402551578917068036' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/1402551578917068036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/1402551578917068036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/07/new-fairytale-lovestory.html' title='New fairytale: lovestory.'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-551593714631282441</id><published>2009-06-27T20:01:00.000-07:00</published><updated>2009-06-27T21:25:28.620-07:00</updated><title type='text'>No matter what you do, you know...the world, it keeps on turning.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Gira mundo, gira vida, gira-gira...gira, e me diz quando vai cessar a Era das Mudanças. Já estou farto dessa fartura de transformações inesperadas." -  disse alguém certa vez.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mudanças. Atingem até o mais sádico dos voivodas. E nem sempre são bem quistas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Duvido, por exemplo, que o sanguinário do Vlad Tepes tenha gostado de ser passado para trás pelo irmão, perdendo, assim, seu trono.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem está no comando disso?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vida, vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vida é uma coletora de mudanças...cargo exercido sem nem ao menos uma especialização no assunto. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nada de tratamento VIP para suas taças de cristal ou seus lençóis 100% algodão egípcio. Qual nada! Ela joga tudo num só baú, sem distinção. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vida é bárbara!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Triste é que seria inútil afirmar que tal estratégia de ação é mal sucedida. Afinal de contas, quem somos nós para julgar os métodos da pioneira no mercado? Como a mais antiga do ramo, ela conquistou o direito de ousar. E como ousa! Ousa a ponto de deixar seus clientes, como diz o ditado, num mato sem cachorro (e sem a alternativa de caçar com o gato). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ê, vida danada!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espetacular é quando a vida opera alguma mudança e chega um fulano, metido a visionário, que diz "Deus sabe o que faz". Dá vontade de sentar-lhe a mão na cara! Por que meter Deus nos negócios da vida? E Ele tem nada com isso? Ela que se vire com as quedas da Bolsa. Deixemos o rei dos filantropos em paz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A verdade é que "amigos, amigos, negócios à parte" é a lei do mercado. Quando a vida fura conosco, prontamente dizemos que ela é uma merda. Quando ela acerta com as mudanças, ô vidão bão sô!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A "marvada" é mesmo versátil. Porém, há coisas que não mudam nessa empresa de mudanças. A morte, por exemplo. O único "método" que nunca sai de moda, embora geralmente não seja a menina-dos-olhos dos clientes. Eles preferem ganhar na loteria, curar-se de doenças, casar... mas morrer, não. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Morrer é a última das mudanças, para a qual não há sistema de devolução ou de troca. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Morreu, e ponto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há nada, nem ninguém, que mude isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-551593714631282441?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/551593714631282441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=551593714631282441' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/551593714631282441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/551593714631282441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/06/no-matter-what-you-do-you-knowthe-world.html' title='No matter what you do, you know...the world, it keeps on turning.'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-1154518329279229330</id><published>2009-06-24T17:42:00.000-07:00</published><updated>2009-06-24T18:38:50.799-07:00</updated><title type='text'>Água de coco</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alice não tinha muito mais o que dizer. Havia esgotado seu contingente anual de esperanças em um só dia. Que se há de fazer?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele não compreende. Ou melhor, não quer compreender. Decerto é mais cômodo assim. "Vai saber o que se passa na cabeça de um artista!", pensava ele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela esperava que por ser ele alguém de mente aberta, estaria ela, automaticamente, livre de maiores embargos. Mas não é que ele resolveu empacar como um burro velho?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Verdade que não fazia sentido algum continuar com a latumia. Já passava da meia-noite, e Alice estava cansada de tantas delongas. Fora um dia comprido, daqueles dos quais não há como escapar antes que ele termine.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele queria casar, constituir família, ter uma casa. Ela também. Só que a casa que ela queria era uma do tipo andante, viajante. Residência: mundo. Enraizar-se num lugar não era para ela. Alma livre, leve, solta. Uma borboleta que sabe que sua existência é efêmera, e que, portanto, deve ser saboreada como o mais delicioso dos desjejuns. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alice não gostaria que chegasse o adeus. Ainda mais por um motivo banal. Que há de mal em não criar raízes? Onde reside a ofensa disso? É tão estapafúrdia assim, a ideia do não-sedentarismo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela não via o porquê de tanta tempestade. Ainda por cima, em copo d'água. Sim, porque o mundo dele parecia restringir-se ao copo, enquanto o dela era uma jarra inteira. Unidos apenas pelo conteúdo, pela água, pelo amor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(É o que preenche o recipiente suficiente para matar a sede de vida de Alice? É o amor suficiente para preencher todo o seu ser, invadindo espaços outrora habitados por outros anseios?)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alice o amou, sim, o amou até a última gota de amor. A ele também foi permitido sentir-se assim. Por isso, libertou-a. E ela fez o que quis com o presente que Maneco lhe deu: construiu um futuro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um futuro no qual havia um trailer, um copo, uma jarra e duas alianças de quenga-de-coco.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-1154518329279229330?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/1154518329279229330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=1154518329279229330' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/1154518329279229330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/1154518329279229330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/06/agua-de-coco.html' title='Água de coco'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-7163294187319686020</id><published>2009-06-04T19:23:00.000-07:00</published><updated>2009-06-04T19:41:58.705-07:00</updated><title type='text'>Amargo como cabo de guarda-chuva</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:'Times New Roman';"&gt;&lt;div style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; width: auto; font: normal normal normal 100%/normal Georgia, serif; text-align: left; "&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Decepção. Apenas mais um combo trazido pela correnteza da vida. E as pessoas são milhões de barquinhos boiando à deriva nesse mar de combos-desilusões.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Por que raios precisamos nos deparar tão frequentemente com este combo? Por que, apesar da assiduidade com que nos é entregue (em domicílio), ainda nos surpreendemos com sua chegada? É inútil pensar que existe qualquer controle nas entregas. A impressão que dá é de que os motoboys escolhem aleatoriamente seus clientes, de modo que a pizza, juntamente com o refrigerante e a sobremesa, é entregue quando menos se espera. E vinda de um lugar igualmente inesperado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Trata-se de um ciclo vicioso, sem fim. As pizzas-decepções estão sempre chegando, por mais que insistamos não apreciar seu sabor. Nada de &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;mozzarella&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt; ou &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;champignon. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Seu gosto é amargo, mais amargo que qualquer ressaca. Mas assim como o álcool, é um vício. Confiar nas pessoas é um vício. Um vício que precisa ser abolido, para nosso próprio bem. Mas como? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-7163294187319686020?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/7163294187319686020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=7163294187319686020' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/7163294187319686020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/7163294187319686020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/06/amargo-como-cabo-de-guarda-chuva.html' title='Amargo como cabo de guarda-chuva'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-7631945171482776974</id><published>2009-05-28T04:39:00.000-07:00</published><updated>2009-05-29T16:41:32.163-07:00</updated><title type='text'>Letters...from Joe to Mary.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mary,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estou com 29 anos, como bem sabes, e, infelizmente, a sorte muitas vezes deixou de me sorrir. Claro que isto não é a grande novidade na vida de ninguém, mas as proporções de tal fato, para alguém cuja angústia reside em se ver obrigado a continuar existindo, são imensas. Maiores do que é possível conjecturar. E por mais inacreditável que pareça, sempre te incitam a não desistir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Confesso que nunca dei real atenção a tais apelos. Nunca, até o dia em que recebi tua carta. Me senti disposto a tentar a vida, nem que fosse apenas por tempo suficiente para enviar-te meu rabiscado coração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei se sou a criatura mais indicada para dizer-te o que podes fazer ou não. A verdade é que foi tu quem me mostrou que posso...que posso continuar vivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Na verdade é digno de nota aquilo que a alegria e a felicidade podem fazer a um homem. Como o amor exalta o coração! É como se ele, todo inteiro, se derramasse dentro de outro coração e desejássemos que toda a gente se sentisse feliz e sorrisse à nossa volta!" (Noites brancas - Dostoiévski)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-7631945171482776974?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/7631945171482776974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=7631945171482776974' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/7631945171482776974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/7631945171482776974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/05/lettersfrom-joe-to-mary.html' title='Letters...from Joe to Mary.'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-5915922893114117139</id><published>2009-05-25T04:52:00.000-07:00</published><updated>2009-05-25T05:46:30.613-07:00</updated><title type='text'>Letters...from Mary to Joe.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Querido Joe,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem penso que sou para ousar ludibriar a mim mesma? É cabível  enganar o próprio cérebro com falsos pensamentos de que está tudo bem em viver uma "realidade ilusória"?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O encanto mora nas conversas que teimo em adiar comigo mesma, mas que sempre, invariavelmente, acabam por vir à tona.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gostaria de ter controle sobre o que sinto, especialmente agora. Dar brecha a tal sentimento, no momento, pode ocasionar o arremesso de meu coração a piranhas famintas de carne e a algozes sedentos de sangue.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me digas que posso. No entanto, só o faças se for mesmo possível. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desisti da meia-luz dos candelabros. Anseio pelo ardor dos raios solares em meus olhos. Se não puder gozar disso, melhor mergulhar de vez na densa escuridão das profundezas oceânicas, e me tornar um ser abissal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez este não seja o modo mais indicado de desabafo. Desculpe. Acontece que me sinto mais confortável com as palavras escritas do que com aquelas proferidas, pronunciadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entendimento, provavelmente, não é o caso. Sem maiores implicações. Apenas uma mísera solução?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nunca aprendi como resolver equações de segundo grau, e esta parece ser uma daquelas elevadas à zilionésima potência. Poderias tu?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, se soubesses como é indescritivelmente duro isso de sentir! Ainda mais quando se evitou, fortemente, durante toda a vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É como a abertura das comportas de uma represa após dias e mais dias de chuva incessante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Encontraste, no que antes era um espectro sentimental, alguém que te ama. O que sentes tu?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-5915922893114117139?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/5915922893114117139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=5915922893114117139' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/5915922893114117139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/5915922893114117139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/05/lettersfrom-mary-to-joe.html' title='Letters...from Mary to Joe.'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-4013968277214239176</id><published>2009-05-20T16:50:00.000-07:00</published><updated>2009-05-23T10:32:59.092-07:00</updated><title type='text'>Macrocosmo pelo microscópio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando falamos em microscópio, logo vem à mente a imagem de microorganismos em cadeias bem organizadas, a exemplo das bactérias, dos vírus, dos fungos. Mas e se nós nos colocássemos na posição de seres microscópicos?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na verdade, seria apenas uma implantação mental de algo real. Afinal de contas, comparados à vastidão universal, somos praticamente amebas. Fato é que somos as amebas mais destrutivas e menos altruístas do Universo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fadados a uma existência medíocre, os seres humanos-amebas caem na desgraça de achar que são a representação da evolução, que não há nenhuma razão para crer que há criaturas pensantes fazendo &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;tours&lt;/span&gt; interestelares (leia-se: seres humanos-amebas realmente não pensam). Acredite se quiser, mas os humanos-amebas são mesmo de uma impáfia inimaginável em outras galáxias. É de causar repugnância até no mais asqueroso dos &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;aliens&lt;/span&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há muitas evidências que levam a crer que não partilhamos de um organização social impecável como a que observamos por parte dos verdadeiros microorganismos. Como é possível? Isso é só mais uma confirmação de que tamanho não é documento...quem dera fosse! Assim, não viveríamos na imundície de sentimentos e sensações que experimentamos todo santo dia. E devemos toda essa sujeira à maldita confiança de que podemos tudo. Nossa! O Olimpo anda lotado, não?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas...recapitulando. Humanos-amebas são grandes em tamanho e pequenos em todo o resto. Creio que isso já é mais do que podemos esperar, e mais óbvio do que seria saudável a uma espécie animal. Se não fôssemos tão bons em construir armas de destruição em massa, já teríamos sido dizimados no lugar daqueles que dizimamos. Lei do mais forte? Não. Lei do mais cruel.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O caso é que humanos-amebas enxergam o Universo por uma perspectiva ínfima. Seu limitado campo de visão só chega até a região do umbigo, e isso é um sério infortúnio. É como pretender inverter a ordem natural das coisas. É como pretender admirar o macrocosmo através das lentes de um microscópio. É como pretender ser o cientista-senhor-do-universo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-4013968277214239176?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/4013968277214239176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=4013968277214239176' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/4013968277214239176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/4013968277214239176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/05/macrocosmo-pelo-microscopio.html' title='Macrocosmo pelo microscópio'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-6338573584645267957</id><published>2009-05-17T17:02:00.000-07:00</published><updated>2009-05-17T17:35:22.062-07:00</updated><title type='text'>Se desfaleço, nasci.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Difícil organizar os pensamentos numa caixa já cheia de memórias...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;...gostaria apenas de dispor de algum dispositivo 'porta-lembranças'.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se alguém me perguntasse, diria que não. O que é 'não', não sei. O que sei é que a vida está tão impregnada de 'nãos' que, muitas vezes, nem é preciso perguntar para decifrar a réplica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sei que eu talvez devesse recolocar-me quanto a isso. Mas a questão, que, por sinal, vem me consumindo os miolos, é &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;como&lt;/span&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei, não sei.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nem tenho ideia do motivo que me impele a escrever essas linhas. Tentativa desesperada de reconforto? Talvez. Mas desconfio que não o encontrarei assim, tão simplesmente. Até porque, não seria a primeira tentativa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me arriscaria a dizer, até, que estou sendo movida por um ímpeto desconhecido, que vai para além de meu domínio. Uma vontade inconsciente de me sentir vista, querida...quiçá amada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não me pergunte nada. Apenas me interprete.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez, talvez.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez seja. Talvez não.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que diria se talvez...se talvez desfalecesse rumo ao "sono dos justos"? Ah! Quanto tempo sem uma visita decente das fadinhas do sono...elas parecem sempre apressadas demais para um chá!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nascimento. Nasce uma história. Nascem duas, três. Mas nunca serão um número suficientemente grande para suprir a necessidade de respostas. Respostas a estímulos não-estimulados; respostas a questões sobre a essência da vida; respostas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem mesmo? Ou são mero fruto da expectativa?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sei o que espero. Espero ser vista, querida...quiçá amada. Há alguma resposta para isto?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-6338573584645267957?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/6338573584645267957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=6338573584645267957' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/6338573584645267957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/6338573584645267957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/05/se-desfaleco-nasci.html' title='Se desfaleço, nasci.'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-9025244384075114118</id><published>2009-05-15T06:06:00.000-07:00</published><updated>2009-05-15T06:30:24.166-07:00</updated><title type='text'>Maldito despertar...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/Sg1t0YDNBZI/AAAAAAAAAC8/0I2O58DUftQ/s1600-h/rosas.bmp"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 228px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/Sg1t0YDNBZI/AAAAAAAAAC8/0I2O58DUftQ/s320/rosas.bmp" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336041880080418194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olhos abertos. Estou desperto. Ao menos, meu corpo está. É que mente e corpo já não trabalham em uníssono. Minha mente caminha em &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;time&lt;/span&gt; próprio, só seu, e isso faz toda a diferença. Não sei dizer ao certo o que seria "toda a diferença"; só sei que é total.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu deveria ter imaginado que precisaria de algum tempo antes me içar cama afora. Os pés funcionam, as sinapses não. Resultado: tombo matinal, tanto no sentido literal, quanto no figurado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acontece que, no exato momento em que meus noventa quilos tocavam o porcelanato, me lembrei do que estava causando o &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;apartheid &lt;/span&gt;em meus neurônios.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Percebi logo que seria mais indicado não ter recordado, ter esquecido o acontecido, tê-lo apagado, deletado. A verdade é que não me sentia, de modo algum, preparado para aquilo. Não é algo que esperamos que vá acontecer, muito embora saibamos da possibilidade. Não é certo como a morte, nem impossível como escapar dela. É apenas passível de acontecer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, a dor da perda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um tipo diferente de perda, é verdade. Perda opcional, pelo menos até certo ponto. Poderia desculpar, perdoar, se quisesse. Mas não quis. Não posso perdoar algo que não faz sentido para mim, algo que está fora do alcance de minha compreensão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, a dor da perda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi quando meu melhor amigo e minha flor saltaram, sorrateiros, para fora de mim.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-9025244384075114118?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/9025244384075114118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=9025244384075114118' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/9025244384075114118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/9025244384075114118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/05/maldito-despertar.html' title='Maldito despertar...'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/Sg1t0YDNBZI/AAAAAAAAAC8/0I2O58DUftQ/s72-c/rosas.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-5051819186895842350</id><published>2009-05-13T05:57:00.000-07:00</published><updated>2009-05-13T06:08:43.538-07:00</updated><title type='text'>Morte, sina de quem vive.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SgrGFDh3p-I/AAAAAAAAACU/NBiX4JdWPHI/s1600-h/ns+057.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5335294498722785250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SgrGFDh3p-I/AAAAAAAAACU/NBiX4JdWPHI/s320/ns+057.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acalento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem sabe não é isto o que sentimos&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;quando do beijo da morte?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Toque gélido, frio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao mesmo tempo é afago suave, macio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Doce enlace libertador.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talvez seja mesmo uma aventura,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;daquelas que mexem de súbito com nossas percepções.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Morte.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desalento pra quem vive,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;descobrimento pra quem morre.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um sonho translúcido e multifacetado,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;que deixa atordoado até o mais corajoso dos seres&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;e possibilita o alívio de quem sofre.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Morte.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desalento de quem vive.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acalento de quem morre.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-5051819186895842350?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/5051819186895842350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=5051819186895842350' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/5051819186895842350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/5051819186895842350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/05/morte-sina-de-quem-vive.html' title='Morte, sina de quem vive.'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SgrGFDh3p-I/AAAAAAAAACU/NBiX4JdWPHI/s72-c/ns+057.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-3249971984713812809</id><published>2009-04-30T21:34:00.000-07:00</published><updated>2009-04-30T21:49:31.362-07:00</updated><title type='text'>Talvez a chave seja mesmo a solidão...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/Sfp_HrOHpfI/AAAAAAAAABM/tVwqx4XSqCo/s1600-h/smiths.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330712878784161266" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 297px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/Sfp_HrOHpfI/AAAAAAAAABM/tVwqx4XSqCo/s320/smiths.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Inspiradores momentos ao lado do autofalante, ouvindo The Smiths...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Incrível constatar que a solidão já não é o bicho-papão dos contos mais antigos...trata-se de algo tão atual quanto essa inútil postagem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Utilizando um antigo dizer...enfim, sós!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-3249971984713812809?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/3249971984713812809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=3249971984713812809' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/3249971984713812809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/3249971984713812809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/04/talvez-chave-seja-mesmo-solidao.html' title='Talvez a chave seja mesmo a solidão...'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/Sfp_HrOHpfI/AAAAAAAAABM/tVwqx4XSqCo/s72-c/smiths.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-7548577342686733564</id><published>2009-04-30T17:51:00.000-07:00</published><updated>2009-04-30T18:06:06.795-07:00</updated><title type='text'>Idiotice, estupidez e derivados</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O que se faz quando se está cansado do mundo idiota, com seus habitantes idiotas, que só pronunciam pensamentos idiotas, e que ainda se proliferam através da procriação, numa demonstração mor de extrema idiotice?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Suicídio, diriam alguns. Genocídio, diriam outros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A verdade é que estamos fadados a conviver com os desmantelos de seres passageiros. Passageiros por permitirem que sua existência nesta dimensão se vá, sem nenhum questionamento, nenhuma ideia reveladora. Nada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nada também é o que considero haver dentro deles. Um imenso invólucro do vazio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitas vezes me sinto eu própria um espécime desses. Não pelos mesmos motivos, mas pelo simples fato da existência do ditado: "Diga-me com quem andas, que te direi quem és."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é para se sentir idiota e estúpido depois disso?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O problema reside justamente em como fugir deles, para assim tornar-se menos estúpido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas é estupidez pensar que se pode fazê-lo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-7548577342686733564?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/7548577342686733564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=7548577342686733564' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/7548577342686733564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/7548577342686733564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/04/idiotice-estupidez-e-derivados.html' title='Idiotice, estupidez e derivados'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-1828842869869399915</id><published>2009-04-28T14:42:00.000-07:00</published><updated>2009-04-28T14:46:54.525-07:00</updated><title type='text'>Queda</title><content type='html'>Sinto que o mundo escorrega por entre meus dedos...tentar segurá-lo é inútil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai deslizando, sorrateiro, até que cai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cai e se espatifa no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ao se espatifar, revela algo novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua essência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A essência da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Jogue seu mundo abaixo.]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-1828842869869399915?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/1828842869869399915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=1828842869869399915' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/1828842869869399915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/1828842869869399915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/04/queda.html' title='Queda'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-2968053817874385923</id><published>2009-04-26T09:42:00.000-07:00</published><updated>2009-04-26T10:17:19.634-07:00</updated><title type='text'>Mídia intencionalmente desproporcional</title><content type='html'>O que dizer de um tempo, distante pouco mais de dois milênios do nascimento do visionário Jesus Cristo, no qual as necessidades dos povos ainda são resumidas a pão e água?&lt;br /&gt;Ao menos JC conjurava vinho a partir da água...o único "vinho" que nos restou foi o sensacionalismo midiático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem verdade que a relação (por mais absurdo que seja chamar assim) dominador/dominado conserva sua essência desde os primórdios. O ser humano acredita ser necessário subjulgar os outros seres para se sentir capaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse ponto é que reside a semelhança com a mídia. Ela é a grande responsável pela manutenção do conformismo nas mentes dos desfavorecidos, auxiliando diretamente na ausência de cultura de qualidade no nosso país e subjulgando/tolhendo as capacidades individuais de escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais entristece é saber que, na lei, os espaços televisivo e radiofônico são de posse do povo, já que são fruto de concessões governamentais. No entanto, não há consciência disso entre a população, e os conglomerados continuam a ditadura da inutilidade de informações. Qual a importância de explorar um mesmo acontecimento durante uma semana inteira quando há outras notícias a serem apuradas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lucro. Essa é a importância. Aliás, é a única.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orientar culturalmente um povo não é interessante para empresários, políticos e famílias envolvidas no lucrativo comércio de informações. O melhor é deixá-lo boiando nos mares da ignorância, e por que não dizer da inocência, pois assim será mais fácil moldá-lo a seu bel-prazer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-2968053817874385923?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/2968053817874385923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=2968053817874385923' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/2968053817874385923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/2968053817874385923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/04/midia-intencionalmente-desproporcional.html' title='Mídia intencionalmente desproporcional'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-7310215750422218714</id><published>2009-04-15T10:27:00.000-07:00</published><updated>2009-04-15T10:43:35.799-07:00</updated><title type='text'>O escafandro e a borboleta (de Julian Schnabel)</title><content type='html'>Incrível a capacidade de criação dos franceses...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é um único olho como ângulo cinematográfico senão um serpeante caminho rumo aos verdejantes vales da salvação? Principalmente quando já se está à beira de um ataque de nervos frente à mera possibilidade de o cinema francês terminar encurralado na convenção 'Amélie Poulain'.&lt;br /&gt;Mas, calma! Antes que os amantes do casório verde-vermelho saquem as pedras e desentolem os chicotes, deixe-me explicar. Não é que, absolutamente, não goste de Amélie. Ao contrário, considero-a uma criatura essencialmente humana. No entanto, haveremos de convir que "rotas" diversas são necessárias, não apenas na sétima arte, mas em todas. A mesmice não é arte, é decoração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jean-Dominique Bauby. Confesso que prefiro Jean-Do. Que seja, então!&lt;br /&gt;Jean-Do. Borboleta. Aprisionada num escafandro. Mas não nas condições usuais, nas quais o escafandro seria um eficiente protetor para seres não-aquáticos quando em contato com as profundezas marinhas.&lt;br /&gt;Não. Dessa vez, o escafandro vem sob o papel de "porta-grilhões", atando a borboleta-sedenta-de-vida às suas próprias memórias, obrigando-a a repensar atitudes, decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atou-a à liberdade. A liberdade que vem colada ao fim das ilusões, do imediato, do avassalador. A liberdade que dói.&lt;br /&gt;A dor de Jean-Do reside em sua própria existência. E nesse ponto, nós, humanos, somos todos "farinha do mesmo saco". Afinal, o que são nossas dores, sejam de ordem física ou psicológica, senão frutos do escafandro chamado &lt;strong&gt;existência?&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-7310215750422218714?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/7310215750422218714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=7310215750422218714' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/7310215750422218714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/7310215750422218714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2009/04/o-escafandro-e-borboleta-de-julian.html' title='O escafandro e a borboleta (de Julian Schnabel)'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-5579345594727119294</id><published>2008-10-15T08:30:00.000-07:00</published><updated>2008-10-15T08:41:09.739-07:00</updated><title type='text'>Sentenciado a não pensar</title><content type='html'>Conto de um fulano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antigamente, era considerado um ser pensante e chicaneiro. No momento, porém, trata-se apenas de mais um bolchevique distraído confabulando com neoliberais.&lt;br /&gt;Fleumático, estafermo, por vezes até ignorado e humilhado. Mero animal banido, assimétrico, hesitante, estabanado e lamuriante. Intruso em seu próprio neologismo, como acontece a alguns juvenis misantropos.&lt;br /&gt;É destratado por bigorrilhos empedernidos nas biroscas mundo afora. Na hora bate a cólera, mas, previsivelmente, a máscara de furibundo cai no instante seguinte, pois já é tempo de retornar à confraria dos guitarristas grogues.&lt;br /&gt;Esta criatura não é um biscateiro denodado ou um burguês soberbo, muito menos um zé-ninguém saliente. É sim um batuta na arte da sobrevivência!&lt;br /&gt;Afinal, se não pode com o inimigo, fuja dele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-5579345594727119294?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/5579345594727119294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=5579345594727119294' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/5579345594727119294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/5579345594727119294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2008/10/sentenciado-no-pensar.html' title='Sentenciado a não pensar'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-3446477112492380114</id><published>2008-09-25T19:04:00.000-07:00</published><updated>2008-09-25T19:32:36.914-07:00</updated><title type='text'>Codinome: Política Anencéfala</title><content type='html'>Aonde os partidários recifenses andam com as cabeças? Provavelmente penduradas em seus últimos filetes de epiderme, após terem sido inescrupulosamente atacadas pela Faca Cega.&lt;br /&gt;O que diria um algoz medieval diante disto? Possivelmente ele sugeriria que a tal "arma" fosse amolada para que o servicinho pudesse ser concluído. Mas quem estaria apto a representar a nossa estimada nação de verdugos, exercendo função de tamanha responsabilidade?&lt;br /&gt;Será Pink, a super regionalista (o amor pelo Recife não sai do seu discurso: "Ô Recife, eu te amo")? Ou será a insípida Marrom de Afogados? Tandandandam...cenas para os próximos capítulos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Epa! Nada de esperar! Admitamos, e pra já, que apelidados, repentistas e ex-bigbrothers não são mefistofélicos o bastante para cumprir a missão. Mesmo tendo eles apresentado suas mais brilhantes performances na "telinha".&lt;br /&gt;Fato é que uma chamada engraçadinha não deveria ser suficiente para firmar alguém como um mega candidato. É uma pena que o HGETV se torne mais insidioso a cada dia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é com grande satisfação que anuncio o retorno da "jogatina familiar"! Acontece que, diante da estupenda demonstração de inutilidade por parte dos partidários políticos - e por que não dizer, da política - , a família pernambucana aderiu de vez ao carteado e ao dominó. As atividades dos cassinos são iniciadas, impreterivelmente, às 20h30min e contam com presenças ilustres como o vô Jõao, a tia Kátia e os irmãos Raulzinho e Mendoncinha.&lt;br /&gt;Os vencedores das rodadas, no entanto, saem inglórios das supostas vitórias, pois vivem "passando gato por lebre". Dignos de apupo, não? Bando de gatunos intrujões!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-3446477112492380114?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/3446477112492380114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=3446477112492380114' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/3446477112492380114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/3446477112492380114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2008/09/codinome-poltica-anencfala.html' title='Codinome: Política Anencéfala'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-2108085716154875825</id><published>2008-09-09T08:02:00.000-07:00</published><updated>2008-09-09T08:04:03.481-07:00</updated><title type='text'>Gente</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Indiferença: estado de quem não sente inclinação nem repugnância em relação a alguma coisa; insensibilidade; frieza; inconsciência mórbida; apatia.&lt;br /&gt;            De um lado, quase quatrocentas pessoas, só este ano, enterradas como indigentes no Recife. Do outro, alguns milhares de indiferentes assistindo  novela das oito. O que eles têm em comum? Atualmente, nada. Um dia pôde-se até dizer que residiam na mesma cidade e que, de algum modo, deveriam compartilhar o nome da espécie. O fato é, contudo, que desde o nascimento já não pertenciam à mesma categoria científica. Os primeiros eram pobres, favelados, miseráveis e, em grande parte, negros. Os últimos têm uma casa bacana, carro na garagem, dispensa abastecida. Os invisíveis em vida não o deixam de ser na morte.&lt;br /&gt;            O descaso aparece como uma chaga inevitável, que vai tomando conta de tudo o que encontra pela frente. Trata-se da grande moléstia dos tempos que seguem.&lt;br /&gt;            Em 2006, o Recife teve mais homicídios do que Espanha, Bélgica e Suíça juntas. E para a maior parte dos pernambucanos, dados como estes não são dignos de espanto ou inquietação. Afinal, os que estão morrendo são apenas os “matáveis”. Enquanto as mortes se concentrarem na parcela menos favorecida da população, não há com o que se preocupar, é o que pensam. Algumas pessoas poderiam até considerar um ponto positivo estarmos sendo igualados em condição com a Europa. O desprezo pelas “vidas invisíveis” é tamanho, que os mais afortunados sequer percebem que a comparação trata-se de algo inacreditável e inaceitável. Simplesmente fecham seus olhos para o que não é agradável. E acabam todos cegos.&lt;br /&gt;            É justamente nesta lacuna da percepção pública que o profissional de comunicação deve colocar-se. Liberdade de expressão jornalística é utopia. Questionamento jornalístico, no entanto, não é. O jornalista detém grande parte do poder da informação em suas mãos. Isso faz dele uma espécie de alter-ego do cidadão comum. Ou pelo menos deveria fazer. Ainda mais diante de um tema recorrente como é a violência exacerbada.&lt;br /&gt;É justo esperar e cobrar do jornalista uma atitude conscientizadora, e não segregadora. Ele não está lá para enfatizar as diferenças entre classes e etnias, que, por sinal, já são mais que aparentes. Seu papel não é esse. Aliás, o de ninguém é.&lt;br /&gt;A regra da vida, e por que não dizer, da convivência, é uma só para todos. Atenuar as disparidades e estreitar as relações através da mais intrínseca semelhança que nos une a todos: somos gente.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-2108085716154875825?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/2108085716154875825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=2108085716154875825' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/2108085716154875825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/2108085716154875825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2008/09/gente.html' title='Gente'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1378909883670452122.post-2861285711877094622</id><published>2008-09-07T07:40:00.000-07:00</published><updated>2008-09-07T07:59:47.108-07:00</updated><title type='text'>Queridos, cheguei!</title><content type='html'>Como trata-se da primeira postagem, a de estréia, gostaria apenas de contar um fato curioso que aconteceu nesta última semana.&lt;br /&gt;Eu havia acabado de tomar um ônibus, quando notei que a senhora à minha frente era adepta do protestantismo. Nada de extraordinário até aí.&lt;br /&gt;De repente, alguém entra no coletivo (entendam alguém como um ser sem maiores identificações ...realmente não sei dizer a que gênero sexual a criatura pentencia...enfim...). E esse alguém acha de sentar-se justamente ao lado da senhora evangélica. Creio ser possível imaginar a cara de horror da pobre senhorinha...&lt;br /&gt;A outra (ou seria outro?), estava lindamente vestida dentro de uma mini saia (ou seria um cinto?) e de um espartilho. **Causando no busão**&lt;br /&gt;O desconforto da senhorinha era indiscutível. Ela remexia-se toda, procurando manter distância daquele ser pecaminoso. Afinal, ela corria o risco de macular-se com os maus fluidos exalados por aquela criatura.&lt;br /&gt;Quando o pobre ser desceu, parecia que haviam retirado uns mil quilos das costas da religiosa (será que é mesmo??). E sem pudores, a senhora não disfarçou seu alívio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quem pode dizer a que possui maior valor? Quem está apto a tal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moral da história: julgar é pecado até para os fanáticos religiosos. E julgar mal, então...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1378909883670452122-2861285711877094622?l=repertorioinfame.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/feeds/2861285711877094622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1378909883670452122&amp;postID=2861285711877094622' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/2861285711877094622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1378909883670452122/posts/default/2861285711877094622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://repertorioinfame.blogspot.com/2008/09/queridos-cheguei.html' title='Queridos, cheguei!'/><author><name>Lorena Tabosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12294727503890840430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_y4kkx82t7O0/SwnR5WprpxI/AAAAAAAAAH0/uIexhTzaoBk/S220/xu+039modi,.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
